Santa Cruz entra 2018 com altos índices de proliferação do mosquito transmissor da dengue

Santa Cruz termina o ano de 2017 sem viver nenhuma epidemia de doenças causadas pelo mosquito Aedes Aegypti, mas as autoridades de saúde voltam a reforçar a preocupação no alto índice de infestação que existe na cidade.

Durante todo o ano, Santa Cruz sempre registrou o índice de infestação acima de 10% das residências. Isso significa que existe a proliferação do mosquito, mas não está havendo a transmissão do vírus.

Cenário este que pode mudar com a chegada de 2018. Os primeiros meses de um ano são os que mais se tem registros de casos de doenças transmitidas pelo Aedes, dengue, zika vírus e Chikungunya, situação que faz com que as autoridades estejam preocupado com a possibilidade da cidade viver epidemia de uma destas doenças nos primeiros meses de 2018.

Ao longo do ano, a Vigilância Ambiental desenvolveu diversas ações educativas visando a diminuição da proliferação do Aedes Aegypti, focando especialmente as crianças, que se tornam disseminadores das informações.

Com ações em conjunto entre os órgãos de saúde e a população, as autoridades de saúde esperam que as doenças típicas de verão possam ser minimizadas em Santa Cruz, diminuindo os prejuízos da população.

 

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